domingo, 5 de maio de 2013

Mães na Arte

As mães são representadas por artistas de todo o mundo em todos os tempos e lugares. 


Selecionamos algumas obras que retratam mães, feitas por artistas de diferentes épocas e lugares. 


Relembramos que, muitas vezes, as obras não levam nome ou seu nome descreve a pintura (como em "Mãe e filho") porque era comum - antes e logo depois do surgimento da fotografia - que fossem encomendadas ao artista. Nestes casos, raramente recebiam um título. 


Maternidade
De Aixado (Pilar Ahijado del Fresno)
Mãe Natureza
De Paulo Tonon (1962, Brasil)

Mãe e filho,  de Emil Osterman (1870-1927, Suécia)
Mãe e filho, de Lewis Ramsey (1873-1941, EUA)


Família Navajo.
De Ben Turner (1951)
Mãe acordada por sua criança chorando.
De Karl Briullov (1799-1852, Rússia)


O último baluarte - a ira das mães 
De Cândido Portinari (1903-1962, Brasil)

Pietà (piedade)
Michelangelo (1475-1564, Itália)
Retrato do pequeno aconchegado a sua mãe.
Antonio de la Gandara (1861-1917, Paris)


Sem título. 
Da artista espanhola Aixado (Pilar Ahijado del Fresno).
A família
De Tarsila do Amaral, 1925


As três idades da mulher (detalhe) de Gustav Klint

Amor materno.
De Lasar Segall.

Uma camponesa egípcia e seu filho.
Leon Bonnat (1833 – 1922,França)

Chairman Mao loves children a mother with ill child.
De A Zhi (Século XX, China)

Crianças e diversão 2.
Alexander Averin (1952, Rússia)

Dona Leopoldina e seus filhos.
Georgina de Albuquerque (1885 – 1962, Brasil)

Espera.
Lucia Dorsa Crestana (1955, Brasil)

Primeiros passos.
De Leon Bonnat (1833 – 1922, França)

Maternidade.
Pablo Picasso (1881-1973, Espanha)

italiana dando sopa para a criança
De Celestin Joseph Blanc (1818-1888, França)

A Mina de Ouro
De Claude Cachin (1964, França)


Leonor Uriburu de Anchorena e seu filho Emilio.
De Antonio de la Gandara (1861-1917, França)


Madame Monet e criança no jardim 
De Claude Monet (1840-1926, França)

Madame Sara Unzue de Madeira e suas filhas.
Jacques Emile Blanche (1861 – 1942, França)

Mater dolorosa.
De Jacques Emile Blanche (1861 – 1942, França)

Dorcas Patterson e filho.
De Robert Edge (1742-1788, Reino Unido)








Historia do Dia das Mães e do Dia da Família


No Brasil, o Dia das Mães é comemorado sempre no segundo domingo de maio, de acordo com decreto assinado em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas.

A primeira data oficial não-religiosa para o dia das mães nos leva aos  Estados Unidos. A ideia de criar uma data em homenagem às mães foi proposta em 1904 por Anna Jarvisque que  pretendia criar uma data em homenagem a sua mãe, especialmente por haver  prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. A data foi oficializada em 1914 pelo Congresso Norte-Americano e aprovada como festa nacional naquele país. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data em seu calendário.

Aproveitando o mês do dia das mães,  foi definido pela Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas),no início da década de 1990, o dia 15 de maio como o Dia Internacional da Família.

No Brasil, a comemoração do Dia da Família passou a ser feita em oito de dezembro de 1963, conforme disposto pelo governo federal do então presidente da república João Goulart. Não consta dos documentos, mas esta data provavelmente está ligada ao dia de Nossa Senhora da Conceição (no catolicismo) e, nas religiões brasileiras de matriz africana, é o dia de Oxum, Orixá ligada à maternidade.

Ainda assim, o comércio apropriou-se do segundo domingo de maio como comemoração do Dia das Mães, que veio a ser a segunda data do ano com maior volume de vendas (perdendo apenas para o Natal).

Hoje em dia, quase não se divulga do 08 de dezembro como Dia da Familia no Brasil, preferindo-se muitas vezes adotar a festa de 15 de maio como alternativa ao Dia das Mães, dentro do entendimento de que há muitos tipos possíveis de famílias, algumas delas sem a figura da mãe. 

terça-feira, 23 de abril de 2013

História do Dia Primeiro de Maio - Dia dos Trabalhadores



Um dia de rebelião, não de descanso! Um dia não ordenado pelos indignos porta-vozes das instituições, que trazem os trabalhadores encadeados! Um dia no qual o trabalhador faça suas próprias leis e tenha o poder de executá-las! Tudo sem o consentimento nem a aprovação dos que oprimem e governam. Um dia no qual com tremenda força o exército unido dos trabalhadores se mobilize contra os que hoje dominam o destino dos povos de todas as nações.
Um día de protesto contra a opressão e a tirania, contra a ignorância e as guerras de todo tipo. Um día para começar a desfrutar de oito horas de trabalho, oito horas de descanso e oito horas para o que nos der gana.
(Panfleto que circulava em Chicago em 1885)




No dia 1º de Maio de 1886, 500 mil trabalhadores saíram às ruas de Chicago, nos Estados Unidos, em manifestação pacífica, exigindo a redução da jornada para oito horas de trabalho. A polícia reprimiu a manifestação, dispersando a concentração, depois de ferir e matar dezenas de operários.





Os trabalhadores não se deixaram abater, todos achavam que eram demais as horas diárias de trabalho, por isso, no dia 5 de Maio de 1886, quatro dias depois da reivindicação de Chicago, os operários voltaram às ruas e foram novamente reprimidos: 8 líderes presos, 4 trabalhadores executados e 3 condenados a prisão perpétua. 

               
Mártires de Chicago: Parsons,
Engel, Spies e Fischer foram
enforcados, Lingg (ao centro)
suicidou-se na prisão.

O 1º de Maio de Chicago se inicia com uma greve vitoriosa. Sábado, fábricas, lojas, transportes, tudo está parado. Milhares de trabalhadores marcham junto com a Federação Americana do Trabalho e os Cavaleiros do Trabalho pela avenida Michigan até a praça Haymarkert.

Os imigrantes italianos, irlandeses, alemães, poloneses e russos, identificam-se por suas roupas tradicionais. Homens, mulheres, crianças acompanham a manifestação. A Guarda Nacional espalha-se entre as esquinas e no alto dos edifícios. Na praça, oradores fazem seus discursos em diferentes línguas. Parsons também fala, junto com sua esposa e sua filha Lulu, de sete anos. Se os patrões não cedem, decidem manter a greve. E todos voltam, unidos, decididos e em silêncio para suas casas.







 2 de Maio, domingo,  a organização da greve se amplia. O movimento segue forte. Os patrões têm um plano: colocar a polícia nas ruas para atacar os trabalhadores, prender os grevistas e perseguir os sindicalistas.

3 de Maio, segunda-feira, a polícia atira contra os operários em frente à fábrica McCormick Harvester. O resultado da repressão policial: seis mortos, 50 feridos e centenas são levados para a prisão.

A praça Haymarket está lotada de grevistas em luto. Spies, Parsons e Sam Fielden falam sobre a necessidade de manter a greve pelas oito horas.

No final da manifestação, todos são surpreendidos pela violência de 180 policiais que espancaram centenas de trabalhadores.

De repente, uma bomba explode entre os policiais. 60 são feridos e outros morrem logo em seguida. Era o sinal esperado para o massacre.

A ordem é enviar mais policiais para a repressão em massa. Ninguém escapa: homens, mulheres e até mesmo crianças. A praça fica ensanguentada. Nunca se descobriu a quantidade exata de mortos, pois a ordem foi fazer enterros clandestinos.

É decretado Estado de Sítio. O objetivo dos patrões e do governo: destruir a liderança e derrotar o movimento pelas oito horas de trabalho.

Inicia-se a caçada aos grevistas. Bandidos são contratados para invadir e destruir a casa dos 
trabalhadores, espancar os familiares, ameaçar quem continuasse a greve. Dedo-duros infiltram-se no movimento grevista e indicam os lutadores mais aguerridos para serem acusados pelo atentado à bomba.

A farsa tinha sido montada para levar à julgamento os oito líderes: August Spies, Sam Fielden, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Schwab, Louis Lingg e Georg Engel e Albert Parsons.

21 de junho de 1886. Durante o julgamento, a farsa é desmontada. As provas e as testemunhas são falsas. Mas, a justiça é comandada pelos patrões. Os oito líderes do movimento pelas oito horas já estavam condenados antes de chegar ao tribunal. Um dos jurados dá a sentença:

Que sejam enforcados.
São homens demais desenvolvidos,
demais inteligentes,
demais perigosos
para os nossos privilégios.

9 de outubro de 1886.
Sentença final.
Cinco são condenados à morte: Parson, Engel, Fischer, Lingg e Spies.
Dois são condnados à prisão perpétua: Fielden e Schwab.
Um é condenado à quinze anos de prisão: Neeb.




 









Primeira Feira do Mosaico/2013

Durante a festa de aniversário da escola, o Núcleo de Mosaico realizou a I Feira de Exposição e Vendas de 2013.

 A próxima Feira será realizada na segunda semana de maio, próxima ao dia das mães. Todas as peças foram confeccionadas pelos alunos do Núcleo.




Grupo responsável pela 1ª Feira de 2013: Wania MacedoJessica AbadRutielle LinsIguinho Mondelo, Luis Gustavo Padilha e Vitoria Schinoff.

Professora Claudia Saldanha Mancio, vice-diretora da escola, sempre prestigia os trabalhos do Núcleo. Na foto, com Jessica Abad e Wania Macedo.

As artistas da C11: Kendara, Tanise Vidal e Nicole Vidal de Jesus.

Foto de algumas das peças.
Porta-retratos e caixas de bijuterias são alguns dos sucessos de vendas.


Aluno Lucas Fernando, da CP1,e aluna Jessica Abad, da turma C21, posam junto aos trabalhos.

Dia Mundial do Livro e do Direito Autoral


segunda-feira, 22 de abril de 2013

Dia Mundial da Terra: 22 de abril


 Brincadeiras e jogos Indígenas 
Abril/2013 
Turmas B11 e B21 - prof. Vilmar Silveira



1- EMA – Brincadeira da Tribo Pareci

 Material: Nenhum

 Jogo: Crianças formam uma roda, com um dos participantes no meio. A meta é tentar sair da roda. Quando conseguir todos devem correr atrás e tentar pegá-lo. O professor deve garantir que todos estejam no meio da roda pelo menos uma vez. 

Variação: crianças em círculo. Todos com as palmas das mãos para trás. Um aluno caminha por fora do círculo dando tapinhas nas costas dos colegas. Quando bater na palma de algum, este sai correndo atrás dele tentando alcançá-lo. O índio fugitivo tenta entrar no lugar do outro.

 2- Colheita da mandioca

Material: Nenhum 

Jogando: Escolher um pegador, quando a criança for pega, vira mandioca e deve ficar agachada. Para ser salva, deve ser “colhida”, puxada pela mão de um amiguinho que ainda não foi pego. O professor deve trocar o pegador de tempos em tempos. 

Dica: ficar com a mão preparada 

3-Curumim vai pra Oca!!! 

Material: Arcos (bambolês) 

Jogando: Distribuir os arcos aleatoriamente pelo chão. Iniciar com a mesma quantidade de crianças participantes. As crianças devem caminhar entre os arcos, ao sinal do professor “Curumim vai pra Oca!!!” devem entrar no arco. Os arcos devem ser suprimidos um a um a cada rodada.

 Dica: Entrar no arco que estiver mais perto. Prestar atenção no professorEducação Física: Prof. Vilmar Silveira